Como medir ozônio ou saber se meu equipamento está gerando ozônio?

Você já pode ter se perguntado se o seu equipamento de ozônio realmente está funcionando ou como medir a quantidade de ozônio que está sendo produzida. Abaixo listamos as principais questões relacionadas à medição de ozônio.

Primeiro de tudo, é importante entender a diferença entre medir ozônio na forma gasosa (o que foi produzido pelo equipamento) e ozônio dissolvido na água (o que está disponível para tratar a água).

Como medir a produção de ozônio na forma gasosa

Para saber quanto uma máquina está produzindo de ozônio, devemos medir o ozônio gerado na forma de gás. Existem 3 métodos mais comuns para estas medições:

  • Sensor eletroquímico. Este método utiliza um sensor que, em contato com o gás ozônio, gera um sinal elétrico para um microprocessador que será traduzido na concentração de ozônio naquele momento. Este é o método usado, por exemplo, nos sensores vendidos pela Panozon (sensores de auto shut-off).
  • Titulação por KI. Este é um método utilizado para medição em laboratório. É difundido pela Associação Internacional de Ozônio como a forma mais precisa de medir a concentração de ozônio no ar. Realiza-se uma titulação simples com iodeto de potássio para chegar à concentração do gás.
  • Adsorção de UV. Este método utiliza um aparelho de custo bem mais alto, porém mais prático, para uso em campo. Ao passar o gás com ozônio por uma câmara, a luz UV é desviada pelas moléculas de ozônio e a máquina gera um sinal elétrico indicando a concentração de ozônio.

Como medir a produção de ozônio dissolvido na água

Para a medição do ozônio dissolvido na água, há a maneira direta e a indireta. As formas mais conhecidas e utilizadas para estas medições são:

  • Medição direta: método DPD e o método índigo. Ambos funcionam por diferença de cor, ou seja, há a comparação da cor do resultado com o “branco” em uma tabela ou em um espectrofotômetro.
  • Medição indireta: ORP. O potencial de oxirredução mede a capacidade de oxidação da água, ou seja, o quanto a água está protegida de contaminantes. Quanto maior o valor em milivolts (mV), mais saudável é a água. Acima de 650mV, pode-se afirmar que não há vida microbiana na água.

 

O sensor de ORP tem custo mais acessível e é uma maneira indireta de se medir se um gerador está produzindo e injetando ozônio suficiente na água. Como o ozônio é um gás oxidante, ele eleva o ORP da água. Portanto, ao medir o ORP perto do retorno do gerador de ozônio, deve-se mostrar um ORP maior se comparado com a medição no mesmo local de quando o equipamento estiver desligado.

Como saber se meu equipamento está gerando ozônio?

Além do sensor de ORP, você consegue ter uma segurança de que seu equipamento está produzindo ozônio de maneira adequada através de equipamentos com sensores de geração de ozônio embutidos na máquina, como a linha Blue Star da Panozon.

A linha Blue Star é a única linha do mercado de piscinas residenciais que possui um sensor de geração de ozônio para sinalizar com uma luz verde que o equipamento está produzindo a quantidade de ozônio correta para sua piscina. Caso a luz fique vermelha, indica que houve uma queda na produção e que a quantidade de ozônio não está atingindo o nível adequado para o tratamento de sua piscina.

Você pode saber mais sobre essa tecnologia exclusiva da Panozon clicando aqui.

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